Estudo Explica Por Que Pacientes Com Herpes-zóster Sent

03 May 2019 15:35
Tags

Back to list of posts

<h1>Empreenda A Diferen&ccedil;a Entre P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o E Moradia M&eacute;dica</h1>

Online-Courses.jpg

<p>A catapora &eacute; uma doen&ccedil;a t&iacute;pica da inf&acirc;ncia que, na maioria dos casos, evolui de forma benigna e os sintomas desaparecem em at&eacute; 10 dias. Teu agente causador, mas, o v&iacute;rus Varicella zoster, permanece para todo o sempre no organismo. Em alguns casos, pode reverter a incomodar ap&oacute;s anos, provocando uma nova doen&ccedil;a conhecida como herpes-z&oacute;ster.</p>

<p>Um dos primeiros e mais inc&ocirc;modos sintomas de herpes zoster &eacute; uma ang&uacute;stia intensa e incessante conhecida como neuralgia, que influencia principalmente os nervos da localidade tor&aacute;cica, mas assim como da localidade cervical, do nervo trig&ecirc;meo (pela face) e da lombar. A como&ccedil;&atilde;o dolorosa poder&aacute; vir acompanhada de parestesia (sensa&ccedil;&otilde;es de gelado, calor, formigamento ou press&atilde;o sem est&iacute;mulo causador), ardor e coceira. O quadro cl&iacute;nico costuma evoluir pra les&otilde;es localizadas da pele. Ficar com rosto paralisado &eacute; mais comum do que se imagina. A investiga&ccedil;&atilde;o foi conduzida no &acirc;mbito do Centro de Busca em Doen&ccedil;as Inflamat&oacute;rias, em um dos Centros de Pesquisa, Inova&ccedil;&atilde;o e Difus&atilde;o (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.</p>

<p>“O tratamento para a neuralgia herp&eacute;tica, nos dias de hoje, &eacute; feito com medicamentos anti-inflamat&oacute;rios do tipo corticoide. Ainda que sejam eficazes para eliminar os sintomas, podem prejudicar o controle da infec&ccedil;&atilde;o, porque s&atilde;o imunossupressores. ] poderia agir de forma mais seletiva e eficaz”, considerou Thiago Cunha, professor da Universidade de Medicina de Ribeir&atilde;o Preto (FMRP), da USP, e coautor do artigo.</p>

<p>Segundo o pesquisador, a maioria da popula&ccedil;&atilde;o mundial &eacute; portadora do v&iacute;rus Varicella zoster, que costuma se alojar nos g&acirc;nglios nervosos, onde est&atilde;o encontrados os corpos dos neur&ocirc;nios sensitivos que se projetam pras diferentes partes do corpo humano. Concurso: Ferramenta Mental Em vez de Macete motivos ainda n&atilde;o completamente compreendidos - no entanto que certamente envolvem uma queda na imunidade - acontece em novas pessoas a reativa&ccedil;&atilde;o do v&iacute;rus, causando inflama&ccedil;&atilde;o no g&acirc;nglio. A dificuldade &eacute; mais comum em pessoas com mais de sessenta anos. “At&eacute; que as les&otilde;es na pele apare&ccedil;am, o que costuma demorar entre cinco e 10 dias at&eacute; que o v&iacute;rus seja transportado durante o nervo, o &uacute;nico sintoma do herpes-z&oacute;ster &eacute; a neuralgia.</p>

<p>Isto torna o diagn&oacute;stico dif&iacute;cil”, disse Cunha. Uma das contribui&ccedil;&otilde;es do trabalho fabricado no CRID foi a valida&ccedil;&atilde;o de um padr&atilde;o animal para o estudo dos mecanismos moleculares envolvidos no surgimento da neuralgia herp&eacute;tica. Como o Varicella zoster (HZ) n&atilde;o infecta camundongos, o grupo usou nos experimentos um microrganismo aparentado, o v&iacute;rus da herpes descomplicado tipo 1 (HSV-1), que em seres humanos pode causar feridas labiais e genitais. “No camundongo, o HSV-1 induz afli&ccedil;&atilde;o e les&otilde;es na pele, um quadro muito id&ecirc;ntico ao herpes-z&oacute;ster. Usamos este paradigma pra caracterizar os mecanismos imunol&oacute;gicos desencadeados pelo v&iacute;rus no g&acirc;nglio da raiz dorsal, que fica pr&oacute;ximo &agrave; medula espinal”, descreveu Cunha.</p>

<p>De acordo com os pesquisadores, c&eacute;lulas do sistema imune, especificamente macr&oacute;fagos e neutr&oacute;filos, s&atilde;o atra&iacute;das pro tecido nervoso e come&ccedil;am a liberar mediadores inflamat&oacute;rios (citocinas) na tentativa de eliminar o pat&oacute;geno. Teses Em Mestrados Profissionais de TNF &eacute; ativado na citocina, a express&atilde;o de uma outra prote&iacute;na &eacute; reduzida: a Kir4.1, que atua como um canal pra passagem de &iacute;ons de pot&aacute;ssio pra dentro da c&eacute;lula-sat&eacute;lite. ], o pot&aacute;ssio sai do meio intracelular para o extracelular.</p>

<p>Para preservar o equil&iacute;brio qu&iacute;mico Escola Brit&acirc;nica Tem Bolsas De Estudo Para Brasileiros , o excesso de pot&aacute;ssio precisa entrar pela c&eacute;lula-sat&eacute;lite e isso ocorre pelo canal Kir4.1”, explicou Cunha. “O neur&ocirc;nio fica mais sens&iacute;vel a qualquer desafio e pode at&eacute; j&aacute; ocorrer afli&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea. N&atilde;o h&aacute; les&atilde;o, dessa forma, mas uma altera&ccedil;&atilde;o nas caracter&iacute;sticas funcionais da c&eacute;lula. Em nosso paradigma n&oacute;s avaliamos a resposta de camundongos a est&iacute;mulos mec&acirc;nicos”, contou Cunha. A an&aacute;lise comportamental dos animais foi feita por uma t&eacute;cnica conhecida como filamentos de von Frey - um conjunto de fios de n&aacute;ilon, com espessuras variadas, que s&atilde;o pressionados sobre a pata do animal. Cada filamento representa uma pot&ecirc;ncia em gramas e aponta o grau de press&atilde;o que o animal consegue suportar antes de falar inc&ocirc;modo.</p>

<ul>
<li>Elio Gaspari</li>
<li>2&deg; FGV (RJ) MBA em Gest&atilde;o Empresarial</li>
<li>Corpora&ccedil;&otilde;es de enorme porte: R$ seis 1 mil a R$ 16 1000</li>
<li>Sorvete (meia x&iacute;cara) 90-100 mg de c&aacute;lcio</li>
</ul>

<p>] s&oacute; come&ccedil;a a esbo&ccedil;ar rea&ccedil;&atilde;o com uma press&atilde;o de um grama, o animal com neuralgia j&aacute; indica desconforto com press&atilde;o entre 0,04g e 0,08g. Isso mostra hipersensibilidade. Por&eacute;m, no momento em que repetimos o experimento e tratamos os roedores com anticorpos capazes de neutralizar o TNF, eles voltam a responder como o controle”, ilustrou o pesquisador.</p>

<p>Em um outro experimento, roedores modificados pra n&atilde;o expressar o receptor de TNF advertiram pequeno incid&ecirc;ncia de dor no momento em que infectado pelo v&iacute;rus em compara&ccedil;&atilde;o com os animais selvagens. A investiga&ccedil;&atilde;o foi conduzida no decorrer do doutorado de Jaqueline Raymondi Silva, com apoio de Bolsa da FAPESP e perante a orienta&ccedil;&atilde;o dos professores Thiago Mattar Cunha e Fernando de Queiroz Cunha da FMRP-USP. Estrat&eacute;gia Pra Provas C Ou E! com Thiago Cunha, detalhes da literatura cient&iacute;fica sinalizam que pacientes que fazem uso de rem&eacute;dios anti-TNF pro tratamento de doen&ccedil;as inflamat&oacute;rias cr&ocirc;nicas, como artrite reumatoide, apresentam uma pequeno probabilidade de criar a neuralgia p&oacute;s-herp&eacute;tica.</p>

<p>“Esse foi um dos fatores que nos levou a desconfiar que o TNF teria um papel central no surgimento da dor”, alegou. E tamb&eacute;m testar essa categoria de drogas no tratamento de herpes-z&oacute;ster, o grupo tamb&eacute;m v&ecirc; a escolha de investigar mol&eacute;culas capazes de modular o canal i&ocirc;nico Kir4.1. “J&aacute; h&aacute; no mercado uma droga apto de fazer essa modula&ccedil;&atilde;o de maneira indireta, atuando sobre isto receptores neuronais do tipo Gaba-B. Chama-se baclofen e &eacute; utilizada principalmente como relaxante muscular. &Eacute; uma alternativa a ser testada”, avaliou Cunha.</p>

Comments: 0

Add a New Comment

Unless otherwise stated, the content of this page is licensed under Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 License